Depois de cobrança, Caixa prorroga trabalho remoto

Empregados continuarão a trabalhar de casa até 31 de maio

Depois da cobrança da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), por intermédio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, a direção do banco público anunciou nesta sexta-feira (15) a prorrogação do “Projeto Remoto” – que deixa a maioria dos empregados trabalhando de casa – até o dia 31 de maio.

O “Projeto Remoto” é uma modalidade de trabalho remoto simplificado, lançado em março deste ano, com a previsão inicial de prazo máximo de 30 dias por semestre, competindo aos gestores, de acordo com as diretrizes da vice-presidência de vinculação, avaliar a adoção do modelo na unidade.

Vale lembrar que a prorrogação poderá ocorrer por mais tempo e a critério e necessidade do banco, por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19). A orientação é para que os empregados renovem os contratos antes de vencer, pois a ação é simples e não exige nova assinatura (gestor e empregado).

“É mais uma conquista das negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), entidade em que a Caixa está inserida. Continuamos defendendo o isolamento social para evitar a contaminação dos colegas e minimizar o caos no sistema de saúde. Reforçamos que a Caixa deve respeitar a jornada dos empregados que estão em home office e aqueles que precisarem fazer trabalho presencial o ponto deve ser batido. Qualquer coisa diferente do que negociamos, ainda mais precedida de pressão e afins, deve ser denunciado ao seu sindicato”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco.

Contraf-Cut

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