Fenaban mantém reajuste zero, mas recua na PLR

Nesta quarta-feira (26), na 12ª rodada de negociação, os representantes da Fenaban voltaram a afirmar que a crise econômica e a pandemia tem afetado gravemente o setor financeiro.

Embora o resultado positivo nos seus balanços, voltaram a propor reajuste zero para os bancários em 2020 e abono de R$ 1.652,22. Para 2021, propuseram reajustar os salários pelo INPC em duas parcelas. 70% em setembro e 30% em março.

Após várias manifestações dos representantes do Comando Nacional criticando a postura adotada pelos banqueiros desde o início das negociações, o negociador da Fenaban solicitou um intervalo para consultar a direção dos bancos.

Durante a rodada, os bancos recuaram em alterar as regras da PLR, o que reduziria os valores a serem pagos aos bancários em até 48%. Também recuaram em reduzir os direitos previstos nas cláusulas de saúde da CCT, como o adiantamento emergencial e a complementação dos salários nos afastamentos.

Novamente, reafirmaram a disposição de regulamentar o trabalho a distância,mas não apresentaram até o momento propostas que tratem da saúde dos bancários e dos custos relativos ao teletrabalho.
Nova rodada foi marcada para o dia de amanhã (27), às 14h.

Nesse momento, é fundamental que a categoria se mantenha informada e participe das ações propostas pelos Sindicatos para pressionar os banqueiros, diz Marco Aurélio Silvano, presidente do Sintrafi Florianópolis.

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